domingo, 1 de abril de 2018

Labirintite - Festival de Teatro de Curitiba


É possível se fazer algo que não era para ser feito por um simples achar que deve ser feito?  Algo empurrando a iniciativa com uma ferramenta sem existência? E nos fins das contas se chega a conclusão que não precisava fazer aquilo. Um destino perdido no meio dos afazeres resíduo da vontade. As comunicações se aproveitam disto criando um campo de energia de motivação sem um fundo de justificativa. Se faz simplesmente por se fazer. E até tomando prejuízo sendo muito mais proveitoso se fizesse de outro jeito.

Uma grande maioria dos participantes do Festival de Teatro de Curitiba se encaixam nisto. Um festival sem rentabilidade e sempre estão fazendo. Visibilidade não é pela quantidade de grupos se apresentando. A vaidade não é por não ter mídia alavancando. Meros fisiologismo numa doença sem se aperceber.

E isto não se encaixa só nos participantes e sim no estado aprovando um evento financeiro no sistema de isenção de impostos. Se o Festival fosse bom, no tamanho que atingiu, a cultura artística deste país seria outro. O resultado disto é nulo. O teatro não tem a projeção nacional de trabalhos cada vez melhor e formação de novas obras com liderança artística. Existe uma grande ilusão e nela se estabeleceu o grande engano. Em épocas de dionisíacas na Grécia se teve proveito influenciando o mundo ocidental até hoje. E o Festival de Teatro de Curitiba vai influenciar o quê?

Existe muita gente se enganando. E existe aquele que percebe teu engano e faz você entrar nele. Estão ganhando muito com isto. 


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