quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Romance histórico da corrupção

 As vezes tenho vontade de escrever um romance policial do tipo desvendando o que seja realmente a nossa corrupção como uma forma de entrar na matrix do submundo. A verdade nunca brota já que o simulacro é o desenho estético de um mundo ocidental sem ser o sentimento de Schopenhauer.


É possível desvendar artimanhas não materializadas fazendo associações que se não reveladas levam a um mau muito maior. O mau existe e o que não existe é o bem. Numa visada de mundo se percebe a deterioração das coisas, num plano de ilusão de que o possível é possível. 


Me lembrou de um suicídio, entre os suicídios, que de razão estão adequados. Como aquele policial militar no desafio do poder maior de uma tia no alto da justiça, tia do poder e um simples ser no mundo atordoado com os feitos dos aeroportos nas fazendas e helicópteros de narcotraficantes e hoje um time de futebol quebrado sem ter os meios de esquentar valores. E tudo não vindo a tona virou o país de ponta cabeça de servos e escravos sucumbindo na noção de mundo que permanece. Somos escravos da matrix que aparenta e não se revela. Os idiotas de preto não conseguem ser protagonistas de milésimos de um acerto. São tão dopados quanto um que consumiu no anonimato.


Por isto que acho que deveria fazer um romance de um mundo que não existe. Um mundo paralelo que a verdadeira maldade consumiu todo o paralelo.  

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