sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O filósofo e o Teatro


Talvez o que vou falar aqui não seja algo que deva dizer. Da medo das reações num sentido de perseguição por um se fazer diferente não sendo tão diferente. É normal avaliações de méritos neste meio descredenciando aqueles que não falam a mesma língua ou seus sistemas dogmáticos. Uma ordem que nem é tão valorizada assim destes Platônicos querendo um poder na cidade quando ela vira as costas. Mas há um cosmo particular envolto em discurso nisto tudo. E aqui vai o que acho. E achar qualquer um pode achar. Não estou falando didaticamente, embora a crítica vai para a didática. 

As vezes penso na instrumentalização da didática daqueles que nasceram externalizados, sentido sociológico, prontos para ascender a continuidade de uma metafísica, querendo não ser. Mesmo os céticos que não consegue se desvincilhar e se incorporar ao prático. Não vivenciaram a um prático cheio de polifonia e agora se colocam como senhores de uma ordem. Não tiveram níveis para dar a coloração necessária na hora do discurso e assim não mantendo uma sintonia daqueles que renascem da fênix. São pouco aproveitáveis as suas ações dogmáticas mesmo sendo céticos. Com céticos que são verdadeiras aberrações na ordem do discurso. A maioridade não vem deles. Eles não sabem moldar este tipo de coisa. Transitam e transitam e já são a própria epoché. Mas uma que ninguém quer para seu cosmo. Verdadeira doença filosófica que não consegue nem ser instrumentalista. Não passam a ação filosófica com sabor de mel. Tem muita gente com braços abertos sedentos deste carinho e poucos para dar o abraço. São poucos mesmo para não dizer quase nenhum.

Talvez por a gente escolher sempre um. Mas isto já é outro papo. A maioria escolheu Jesus Cristo e dá-lhe religião.   
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