segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Festival de Teatro de Curitiba 2018


Um festival com o mérito pela consistência e determinação no tempo de existência. Já é a 27ª edição do festival. Sempre a possibilidade de unir os investimentos captados com a realização do evento. Com certeza um dia vai merecer uma estátua na praça do Cavalo Babão ou mudar o nome do Memorial, já que é o coração do Festival. 

Seria gratificante se as peças de rua na sua maioria voltassem a ser no Memorial como um centro de convivência entre artistas interagindo e desfrutando das artes. É importante as peças pelas ruas de Curitiba. Só que é importante a comunicação entre artistas que acaba virando uma grande festa cheia de energia no pátio envidraçado e de grande beleza. 

Muito melhor que o espaço do Cavalo Babão com a produção que não percebeu a feirinha dos domingos e os horários após a feira conta com as barracas que ainda não foram desarmadas. Prejudicou muito a qualidade das peças e os artistas tiveram que trabalhar como carregadores de barracas e improvisar seus espetáculos no meio delas. 
Não era intensão colocar um problema do ano passado no primeiro artigo de 2018 sobre o festival. Caso o grupo tenha que se ajustar a um problema que apresente no memorial, com uma produção do festival mais generosa. Sempre há uma solução quando a energia é positiva. 

O silêncio do Festival durante o ano desperta muita curiosidade sobre os espetáculos que farão parte da "Mostra" principal, próximo de ser anunciado. Com certeza serão belos espetáculos escolhidos pela curadoria competente.
O ano passado a minha cobertura foi reduzida por ter um espetáculo no festival. Como não me adaptei com espetáculo então volto a acompanhar como jornalista garimpando as belezas que é o ponto forte do festival. E bom festival para todos e VIVA O FESTIVAL. 

Carlos Jansson
Jornalista

Festival de Teatro de Curitiba 2017 - Memorial
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